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aguiarsoft

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Você
nunca tinha ouvido falar em biometria, leitura da impressão digital, íris,
etc...? Pois estamos relacionando algumas informações sobre o assunto em
jornais e revistas, para você ficar seguro que essa é a melhor solução e vem
sendo implantada por diversas empresas em todo mundo. Adquira na frente dos sua concorrência...
Enquanto ainda funciona como uma excelente forma marketing e visão empresarial.
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The New York Times
Comércio
se utiliza de impressões digitais
para evitar fraudes
Por Peter T. Kilborn em 20/02/2002 às
10:44
BEAUMONT, Texas - Pequenos discos
azuis, do tamanho de uma moeda de 50 centavos, estão colocados no
balcão perto de cada uma das três caixas registradoras na loja Sam's
Package. Quando um cliente estranho preenche um cheque, Peggi Parigi,
proprietária da loja junto com seu marido, pede a carteira de
motorista, o local de trabalho e o telefone do cliente. Então ela
aponta para o disco.
"Eu preciso da sua impressão
digital", disse a Ann Harris, que pagou US$ 21,65 por uma
garrafa de whisky.
"Para que?", perguntou
Harris, que é gerente de departamento no Wal-Mart.
Esse foi o primeiro encontro de Ann com
a impressão digital. Provavelmente não será a última. Nessa agitada
cidade do Texas, e na maior parte do Texas e da
Califórnia, no Meio
Oeste e na Flórida, o que era apenas aceitável para criminosos está
se tornando rotina para clientes que usam seus cheques para pagarem
supermercados e outras lojas.
E o uso da impressão digital está se
espalhando. Em dezembro, uma loja do McDonald's em Fresno, na
Califórnia, instalou um terminal que coleta impressões digitais e os
números de cartões de crédito de clientes que queiram pagar suas
refeições apenas tocando em um scanner. Diversos estados, incluindo o
Texas, a Califórnia e a Geórgia, agora exigem que as impressões
digitais estejam presentes nas carteiras de motorista.
A crescente confiança nessa nova
tecnologia causou pouca oposição pública em uma nação preocupada
com o terrorismo e em identificar ladrões. Agências de negócios e do
governo defendem a prática como uma resposta razoável ao tráfico de
falsas identidades.
Defensores dos direitos civis,
entretanto, estão preocupados que as impressões digitais sejam usadas
para intimidar pessoas que auxiliam negócios que servem pessoas de
baixa renda. E alguns imaginam se as bases de dados cheias de
informações poderão ser protegidas de abusos.
Wayne Crews, diretor de estudos
tecnológicos no Instituto Cato em Washington, afirmou que a tecnologia
pode proteger a privacidade, tornando difícil para um ladrão usar o
cartão de uma pessoa que contém suas impressões digitais.
Mas Crews afirmou que grandes bases de
dados, como as usadas para armazenar as impressões digitais ou as
imagens faciais em carteiras de motoristas ou carteiras de identidades,
podem ser abusadas por oficiais ladrões de identidades ou qualquer
outra pessoa que tiver acesso a eles. "Você cria um pote de ouro
para ladrões", declarou.
Gostando ao não, a mudança está
chegando, garantiu William Rogers, editor da Biometrics Digest, um
informativo em St. Louis dedicado à cobertura de novas tecnologias de
reconhecimento humano. "O governo, a saúde, os negócios, as
escolas, essas são áreas que estão prestando mais atenção a essas
novas tecnologias", afirmou Rogers.
O medo do terrorismo apenas apresentou
a tendência. "Desde o dia 11 de setembro, há um tremendo foco
nesse assunto", afirmou.
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IDG News Service
Sensor
de impressão digital para celulares
Por Kuriko Miyake, Tóquio
Os telefones celulares poderão ser
mais seguros daqui para frente, principalmente agora que engenheiros da
Fujitsu desenvolveram um compacto sensor de impressão digital,
projetado para dispositivos portáteis. Com o crescimento do uso de
serviços como e-commerce e e-goverment, a fabricante espera que a
demanda por funções de autenticação nos celulares deva aumentar.
Antes de anunciar a novidade, no
entanto a Fujitsu teve que estudar algumas questões, como o tamanho do
sensor. Até agora, os dispositivos com esse tipo de tecnologia eram
muito grandes e consumiam muita bateria para serem integrados em
equipamentos portáteis, sem contar as questões do alto custo e da
segurança, explicou Chiaki Kuwahara, porta-voz da Fujitsu.
A empresa resolveu esse problema
trocando um sensor, que copia toda a impressão digital em uma única
passagem do dedo, para outro que identifica a impressão em etapas. Essa
segunda tecnologia, chamada pela fabricante de MBF 300, é dez vezes
menor que a anterior. Dessa forma, o sensor pode ser embutido em um
telefone celular com uma facilidade muito maior. A fabricante começará
a apresentar seu novo sistema ao mercado mundial em abril deste ano.
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InfoExame
Empresas
brasileiras testam a impressão digital
como solução de segurança
Por Lucia Reggiani
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A velha impressão digital ensaia
novos vôos no mundo high tech como solução de segurança nas
transações pela internet. Em projetos piloto em andamento no
país, a impressão digital capturada por sensores ópticos
funciona como senha única na web, passaporte para dados sigilosos
nas redes corporativas, inibidor de fraudes no e-commerce e
facilitador de controle de recursos humanos , entre outras
aplicações. Suas características dão conta do recado: não
pode ser clonada, roubada ou emprestada e muito menos esquecida no
banco de trás do táxi. |
No piloto instalado no provedor
de acesso Terra há cinco meses, a idéia é substituir as
inúmeras senhas de internet por uma única, o dedo.Apenas a conexão
com o provedor permanece separada, para não mexer nos modems numa fase
experimental. O polegar – ou qualquer outro dedo cadastrado – vale
como senha a partir de uma página segura e, daí em diante, o usuário
entra no site que quiser sem precisar se identificar de novo. Como?
Basta cadastrar suas senhas convencionais no serviço de reconhecimento
de digitais do provedor.
No piloto de Sabesp,
a proteção ao acesso remoto de funcionários volantes a seus sistemas
é um dos próximos itens na lista de aplicações com impressão
digital. O primeiro passo, dado pela companhia
de saneamento básico paulista em setembro de 2000, foi a
implantação do Smace (Smart Access), sistema que combina as digitais
com smart card na unidade do bairro de Pinheiros. O Smace, integrado
pela Unisys, une as funções de controle de acesso biométrico às de
gerenciamento de recursos humanos pelo smart card no prédio da área de
tecnologia. O cartão é o crachá das 300 pessoas que circulam por lá,
mas só cinqüenta estão habilitadas a passar pelo leitor de
impressões digitais que dá plantão na porta do centro de controle.
Lá estão os servidores com informações de 5 milhões de contas de
água e esgoto do Estado e de um faturamento na casa dos 2 bilhões de
reais por ano. O sistema roda num servidor Windows NT com software de
controle de acesso e gerenciamento de RH, na internet da Sabesp.
| Neste mês, inicia-se
a segunda fase do projeto, que estenderá o sistema aos 1.400
funcionários administrativos da unidade da Ponte Pequena.
Nesta fase, segundo Amauri Marquezi de Luca, coordenador de
estratégias e tecnologias básicas da Sabesp, a empresa pretende
se concentrar no controle de pessoal, permitindo também aos
funcionários obter informações online sobre suas férias e
freqüência. Até agora, segundo Luca, o sistema não apresentou
falhas. Mas terá algumas de suas aplicações reavaliadas. “O
pessoal da manutenção está sempre com os dedos machucados.
Pensamos em adotar em algumas áreas os leitores da mão toda, que
analisam a altura dos dedos, por exemplo. Ou talvez os de íris”.
A impressão digital também deve
chegar ao internet banking. No Bradesco,
biometria é um dos assuntos em estudo, tanto aplicada ao acesso
à internet por impressão digital quanto pelo reconhecimento de
íris nos caixas eletrônicos, afirma a diretoria da tecnologia. A
decolagem da impressão digital na grande rede vai depender,
segundo Sérgio Pretto, do Terra, da disseminação do uso do
leitor de digitais. Considerando o preço, vai demorar. De acordo
com Fabio Giannini, diretor da Smartec, representante da Identix,
os preços dos leitores de impressão digitais oscilam entre 300
(tipo mouse, para acesso lógico) e 3.000 dólares (para acesso
físico). Com o dólar zanzando na faixa dos 2,50 reais, o
internauta vai ter de continuar decorando senhas.
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O Estado de São Paulo - Estadão
Clubes
identificam os sócios com sistema que
mede a palma da mão
07 de setembro de 2001
O uso da biometria para controle de
acesso a clubes já é comum. Os tradicionais Clube
Atlético Ypiranga, Círculo
Militar de São Paulo e Clube
Atlético Aramaçã usam o Handkey, da Onminet, que reconhece o
usuário a partir das medidas da mão.
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O software permite que o clube
faça restrições de acesso. Por exemplo, pode permitir a entrada
apenas de associados que não estejam suspensos por mau
comportamento.
O Sport
Clube Corinthians adotou em fevereiro o sistema, que já
traz benefícios. "Agora, só entra o associado em dia com
os pagamentos", diz a supervisora de arrecadação, Nanci
Lopes Lázaro. "Recebíamos muitos cheques sem fundo."
Na portaria, é preciso passar a carteira de associado na catraca
e colocar a mão sobre o terminal de leitura biométrica, para
assegurar que a pessoa é realmente a dona da carteirinha. |
Na Associação
Atlética Banco do Brasil São Paulo, há terminais na portaria e
nas piscinas, para garantir que o sócio passou por exame médico. O
sistema será instalado nos restaurantes para que os sócios não
precisem andar com dinheiro e para aumentar a rapidez de atendimento.
"O sistema reconhecerá o sócio e será feito débito em conta
corrente", explica Roberto de Souza, supervisor de informática
da associação.
O preço do Handkey é US$ 2,3 mil por
ponto. É preciso ter um PC e adquirir o software para clubes, que custa
R$ 2,5 mil, para até 2 mil titulares. (K.A.)
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O Estado de São Paulo - Estadão
Tecnologia
de identificação e controle de acesso
já funciona até em hospital e clubes
17 de setembro de 2001
Os ataques terroristas sofridos pelos
Estados Unidos na semana passada poderiam ter sido evitados se os aeroportos
Logan, de Boston, e Dulles, de Washington, tivessem equipamentos
de segurança com tecnologia biométrica, que identifica as
características específicas de cada corpo humano.
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O equipamento capta detalhes do
rosto de pessoas, que podem estar em movimento e à distância, e
compara com as imagens de criminosos cadastrados no banco de
dados. No aeroporto Keflavik, na Islândia, este tipo de sistema
já está em implementação.
Falsificações - O governo
holandês está usando a tecnologia biométrica para
escanear rostos e íris de imigrantes. Com o aumento de
falsificações em passaportes - principalmente por terroristas e
traficantes - a Holanda pretende, até 2003, colocar os dados
biométricos dos cidadãos da União Européia em chips dentro de
cartões de identificação. |
No Brasil, esta tecnologia já existe e
várias empresas e órgãos públicos, que precisam restringir
determinadas áreas, estão deixando de lado as tradicionais senhas e
optando pela biometria. A Telefônica
Empresas, por exemplo, está sendo implementado o ÍrisAccess, da
LG, que reconhece a íris de funcionários autorizados a entrar em
ambientes restritos.
Clubes,
bancos e hospitais já têm sistemas de reconhecimento de mão,
impressão digital e voz. Estádios
de futebol também já estudam a possibilidade de implementação
da biometria.
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O Estado de São Paulo - Estadão
Impressão
digital é senha de acesso à rede
17 de setembro de 2001
Informações judiciais sigilosas do STF
(Supremo Tribunal Federal) estão mais protegidas, graças a um
sistema de reconhecimento de impressões digitais para acesso à rede
interna de computadores. Em substituição às senhas, os funcionários
precisam apenas tocar o mouse, que tem um scanner que captura a
impressão digital e faz, em apenas um segundo, a identificação do
usuário.
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O funcionário tem
permissão de acesso a determinados documentos de acordo com seu
perfil, cadastrado no sistema. "Eu tenho a garantia de que
quem está entrando na rede é mesmo aquele funcionário",
diz o secretário de informática do STF, Leonardo Alam da Costa.
"Com as senhas, não há a mesma certeza, pois há pessoas
que emprestam sua senhas para outras."
O sistema, da SI (Structured
Intelligence), está sendo utilizado desde maio e abrange a metade
dos PCs. O objetivo é que, até o fim do ano, todos os
computadores do STF tenham o mouse com scanner. Os gastos com o
sistema somarão R$ 800 mil. |
A sala de processamento de dados do Hospital
Albert Einstein, em São Paulo, também dispõe de um sistema de
controle de acesso biométrico. A tecnologia, fornecida pela PCD
Informática, é usada tanto para controlar a entrada dos funcionários
na sala, quanto o acesso aos servidores.
Mas os planos de uso de biometria no
hospital vão longe: o objetivo é que cada médico possa ser
identificado por um sistema biométrico para poder fazer uma
prescrição médica pelo PC. "É preciso ter controle absoluto
e saber que quem faz a prescrição é realmente um médico autorizado",
explica o gerente de tecnologia do hospital, Jamil de Souza Mattar.
Testes já estão sendo realizados, para controlar também a área de
finanças e suprimentos do hospital.
Popular - Das tecnologias
biométricas, a de impressão digital é a mais popular, sendo bastante
utilizada para controle de acesso físico a ambientes. Ao contrário do
que se pode pensar, ele pode sair mais barato que uma solução de
cartão.
O sistema de acesso à sala custou R$ 4
mil. Os funcionários chegam e tocam o aparelho para poder entrar na
empresa, sem precisar de cartão. "Como temos poucos
funcionários (40), o sistema de impressão digital saía mais barato do
que o de cartão de aproximação", disse o gerente de
Tecnologia de Informação da empresa, Júnior Andrade.
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O Estado de São Paulo - Estadão
Nos
EUA, mercado atrai investimentos milionários
14 de novembro de 2000
O mercado da biometria caminha
rapidamente para tornar-se um bilionário filão. Segundo dados da empresa
norte-americana International Data Corporation, companhias especializadas
em identificação biológica, produção de equipamentos, institutos de
pesquisa e outros serviços de reconhecimento digital de pessoas
disputaram nos Estados Unidos, em 1999, um mercado de US$ 1,3 bilhão. As
empresas de tecnologia biométrica lucraram, no mesmo ano, US$ 58,4
milhões. Este ano, a previsão é que as cerca de 200 empresas do setor
no país lucrem US$ 594 milhões.
Os números ainda são pequenos em
comparação aos vários bilhões de dólares movimentados no mercado
japonês, por exemplo, ou no setor de informática como um todo, nos EUA.
Mas os setores financeiro, civil e governamental deste país dedicam cada
vez mais atenção ao desenvolvimento da tecnologia, que promete reduzir a
quase zero as fraudes e crimes de falsidade ideológica. Entre os que já
apostaram no futuro da biometria está Bill Gates, dono da Microsoft. Este
ano, a gigante da informática anunciou que vai incorporar tecnologia
biométrica nas próximas versões dos sistemas operacionais Windows.

O setor financeiro também vem flertanto
com a biometria. Em dezembro, o Bank
United Corporation de Houston tornou-se o primeiro banco
norte-americano a realizar experiências com sistemas de identificação
de íris. No terminal da instituição num supermercado, é feita uma
fotografia do olho do usuário, que é comparada à existente no arquivo
do banco. Catorze outros bancos de
oito cidades também estão testando a leitura digital de íris.
O alto custo dos equipamentos de
identificação biométrica é outro fator que inibiu o crescimento dessa
tecnologia nos últimos anos. O surgimento de novas empresas, porém, vem
corrigindo esse problema. De acordo com o international Biometric Group,
há dois anos um scanner de impressão digital - um trambolho tão grande
que mal cabia numa mesa - custava entre US$ 500 e US$ 700. Hoje, um
aparelho com a mesma função pode ser encontrado por US$ 100, mas com uma
vantagem: é do tamanho de um cartão de crédito.
Contudo, o líder na adoção de
tecnologia biométrica nos EUA é
o setor governamental, que está investindo US$ 1,5 bilhão num
projeto de substituição de documentos pessoais por smart cards. O Brasil,
segundo o gerente de projetos da NEC do Brasil, Márcio Bastos, está
seguindo o mesmo caminho. "O Instituto
Nacional de Identificação, órgão ligado à Polícia
Federal, vai desenvolver um programa similar nos próximos
anos", afirma Bastos. (R.S.) |
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O Estado de São Paulo - Estadão
Adoção
de aparelhos ainda requer planejamento
14 de novembro de 2000
Além das questões éticas
relacionadas à privacidade, há outros fatores que vêm atrasando a adoção
da tecnologia biométrica. Realmente, em alguns casos os problemas
poderiam ser maiores do que as soluções. No caso de um aeroporto de
grande movimento, como o internacional de São Paulo, em Guarulhos,
seria necessário um enorme banco de dados para armazenar informações
de milhões de indivíduos. Haveria o risco de sobrecarga e pane no
sistema, provocando atrasos em vôos e histeria coletiva. Para Ricardo
Yagi, de 48 anos, diretor de soluções tecnológicas da PCD Informática
(que adquiriu recentemente a Id-Tech, empresa especializada em
biometria), isso ocorreria apenas se fosse mantida a infra-estrutura
tecnológica dos aeroportos. "É preciso prever o fluxo médio
de informações e adequar essa estrutura a ele", diz Yagi.
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Prevendo uma situação cada vez
mais distante da ficção científica, Yagi acredita que a compra
de passagens poderá ser realizada num terminal de
auto-atendimento em qualquer shopping center. A pessoa coloca a
impressão digital e a passagem é emitida na hora, já com os
dados fornecidos pela digital. Os dados poderão ser comprovados
durante o check-in. "A tecnologia biométrica já está
pronta se alguma empresa se interessar", garante o diretor de
soluções tecnológicas da PCD, que participou, anos atrás, do
projeto de criação de bancos 24 horas.
Atualmente, alguns dos principais
aeroportos do mundo já utilizam sistemas de identificação
facial. Cada câmera espalhada analisa dez rostos por minuto. Os
dados são transferidos para o banco de dados de instituições
criminais como o FBI ou a Interpol e comparados aos rostos de
criminosos. É a biométrica surgindo como arma contra o
terrorismo. |
A utilização de tecnologia de
reconhecimento facial, aliás, não é mais novidade. Há dois anos, no distrito
de Newhan, na Inglaterra, foram instaladas cerca de 300 câmeras
nas ruas, fazendo vigilância 24 horas.
Contrariando a tese de que o sistema
invadiria a privacidade dos cidadãos, 65% dos habitantes do distrito
apoiaram a iniciativa.
Revolução - Para Yagi, essa
tecnologia surgiu para transformar o mundo. "Hoje lidamos com
coisas que não mudam há 20 anos", diz o diretor. "Na
década de 80, quando ainda eram usados aqueles computadores de tela
verde, era preciso digitar a senha e o nome do usuário para acessar o
terminal; hoje, com inovações como browsers, mouses e Internet, ainda
é preciso fazer isso."
No setor civil, vários
projetos-pilotos de sistemas biométricos já estão em prática. Em
julho, o aeroporto de Charlotte, na Carolina do Sul, vai fazer testes
com leitores de íris, método de identificação que, apesar de caro,
é tão ou mais eficaz quanto a impressão digital. Sistemas de
reconhecimento da geometria da mão também já são utilizados com
freqüência nos Estados Unidos,
no Serviço de Imigração e Naturalização e em setores
administrativos dos aeroportos de Nova York, São Francisco e Los
Angeles.
A tecnologia biométrica é, sem
dúvida, um instigante exercício de imaginação. Mas, há cerca de 30
anos, só a tripulação da Enterprise (nave espacial da série Jornada
nas Estrelas) falava com alguém em outra cidade (ou planeta) por um
aparelho sem fio, que cabia na palma da mão. Hoje, temos telefones
celulares minúsculos, mais comuns que um disco de vinil na época.
Quem sabe, aquela máquina legal de
teletransporte do filme não deixe de ser apenas um sonho daqui a outros
30 anos? (R.S.)
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Microsoft
Microsoft
e I/O Software adotam Biometria
10 de maio de 2000
A Microsoft e a I/O Software Inc., empresa
líder em software de segurança, sediada em Riverside, na California,
EUA, anunciaram sua cooperação para ampliar o uso da Biometria através
da integração da tecnologia de autenticação biométrica nas versões
futuras do sistema operacional Windows.
A Microsoft adquiriu as tecnologias
Biometric API (BAPI) e de autenticação SecureSuite da I/O Software
para oferecer aos usuários o mais alto nível de segurança na rede
baseado em um método de autorização pessoal confiável. A integração
da autenticação biométrica permitirá aos usuários logarem-se em
seus computadores e conduzirem transações seguras de e-commerce
utilizando uma combinação de impressão digital, da íris ou
reconhecimento de voz e um código privativo ao invés de uma senha.
A Biometria é a ciência que realiza a
verificação de identidade de uma pessoa, através da comparação de
características físicas com dados armazenados, tal como uma impressão
digital ou leitura da íris. Dispositivos de autenticação biométrica
incluem scanners de impressão digital, sistemas de verificação de íris
e de voz. Uma tecnologia emergente criada para auxiliar com informações
seguras e privacidade, a biometria é ideal para substituir senhas e
smart card PINs, pois os dados biométricos não podem ser esquecidos,
perdidos, roubados ou compartilhados com terceiros.
"A Microsoft está satisfeita em
trabalhar com a I/O Software para trazer a biometria para o dia-a-dia da
computação", disse Tod Nielson, vice-presidente do grupo de
Plataforma da Microsoft. "Estamos
comprometidos em apoiar a Biometria em Windows para promover uma
plataforma de segurança aos clientes da próxima geração da computação.
A Biometria será uma alternativa às senhas no Windows, visando
promover aos nossos clientes facilidade de uso e um nível mais alto de
segurança de rede, além da redução dos custos de gerenciamento".
Para William Saito, presidente e CEO da I/O
Software, "esta iniciativa vai alavancar a aceitação da
Biometria como uma alternativa no método de autenticação para
melhorar a segurança e a conveniência do usuário. Nos próximos anos,
esperamos ver scanners de impressão digital ou outra forma de autenticação
biométrica na maioria dos PCs."
Para usuários Windows
O suporte integrado a autenticação biométrica
oferecerá um método seguro e confiável de autenticação na rede. Com
as tecnologias BAPI e SecureSuite, os usuários do Windows se beneficiarão
de serviços de autenticação, armazenamento seguro de dados biométricos
e uma interface comum para as aplicações. A Microsoft pretende
integrar a autenticação biométrica em suas futuras versões do
windows. Atualmente, a I/O Software comercializa produtos
biométricos para Windows 95, 98 e NT,
com suporte para Windows 2000 no próximo trimestre.
Para a indústria
A Microsoft e a I/O Software oferecem à
indústria uma alternativa para a incorporação de autenticação biométrica
em aplicações baseadas no Windows, facilitando a adoção desta
tecnologia. "Este anúncio representa um grande passo para a adoção
e utilização da Biometria no desktop, na empresa e nos negócios de
uma forma geral", disse Adam Backenroth, presidente da
Financial Services Technology Consortium e vice-presidente da Chase
Manhattan Bank. "A indústria de serviços financeiros, juntamente
com outras indústrias e o governo, deverão se beneficiar com esta
iniciativa", complementa o executivo. I/O Software que é
considerada uma das "Top 100 Emerging Companies to Watch in
2000" pela ComputerWorld, oferecendo serviços de
consultoria e engenharia relacionados a Biometria para clientes da
Fortune 500.
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- O Congresso Nacional
brasileiro implantou um sistema de identificação pela impressão
digital, para registrar a freqüência e a autenticidade dos
deputados na votação.
- A Audi lançou o
Avantissimo, um carro
que para dar partida usa um cartão com código que precisa ser
reconhecido antes do motor 4.2 V8 biturbo ser acionado. O Ajuste do
banco do motorista, retrovisores e da temperatura é feito no
volante, por impressão digital.
- O presídio
de Hortolândia, investiu R$ 2.500,00 em um controle de
visitantes utilizando impressão digital. O caso foi destaque em
diversos jornais da TV Brasileira.
- Nos jogos
olímpicos
de 1996, a geometria das mãos foi um dos critérios de segurança
usados para identificar os atletas que participaram das provas. No
ano de 2000, em Sydney, a estratégia se repetiu e todos os 42 mil
atletas, técnicos, funcionários, patrocinadores e pessoal de
imprensa tiveram diferentes níveis de acesso.
- Nas últimas
eleições presidenciais do México, a tecnologia de reconhecimento
facial foi utilizada para impedir a duplicidade de votos de um mesmo
eleitor.
- O departamento de
imigração e naturalização dos Estados Unidos usa a biometria
facial e reconhecimento de voz para tornar mais rápido e eficiente
o trânsito regular de cidadãos que trabalham na fronteira com o
México.
- O Banco United of
Texas foi a primeira instituição financeira dos Estados Unidos que
implementou o reconhecimento de íris em seus caixas eletrônicos.
- Em Newham, cidade da
área de Londres, foi implantado um circuito fechado de TV, com mais
de 300 câmeras espalhadas em pontos estratégicos, que filmam a
rotina da cidade. Em tempo real, as faces das pessoas são
conferidas com um banco de dados de criminosos e suspeitos. A
polícia é alertada sempre que o sistema reconhece alguém.
- A CIA, FBI e
NASA,
que exigem altíssimo nível de segurança para acesso a certas
salas, usam a identificação pela retina.
- Proprietários de
passaportes anuais e sazonais para acesso a Disney
World, em Orlando, são checados pela impressão digital, para terem acesso ao
parque. Os dizeres "pessoal e intransferível" finalmente
podem ser efetivos.
- O presídio de
Pentoville, na Inglaterra, adotou a identificação da assinatura
para evitar que um preso se fizesse passar por outro na retirada de
comida.
- Funcionários de um
hospital em Chicago ganham acesso ao berçário por meio de um
sistema de reconhecimento de voz.
- Os aeroportos
Charlote/Douglas, nos EUA, e Flughafen, na Alemanha, usam o
reconhecimento da íris no embarque de passageiros.
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